1926

desejo-te a morte. agora que o maço de tabaco enumera cidades onde te vi crescer e que vejo em ti os olhos do último amor.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

não ter um tempo mais curto
uma luz de encher as horas.

não ter um dia mais
do que os mortais.



Publicada por nocturnidade à(s) 00:53
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.sou feita de pedra-ausência e fumo um cigarro de cada vez.
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