1926

desejo-te a morte. agora que o maço de tabaco enumera cidades onde te vi crescer e que vejo em ti os olhos do último amor.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

mancha

a curva do coração
que sai

da boca



e não sabe voar



Publicada por nocturnidade à(s) 09:49 Sem comentários:
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nocturnidade
.sou feita de pedra-ausência e fumo um cigarro de cada vez.
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